terça-feira, 3 de junho de 2014

The Way You Look Tonight (4º Capítulo - Fanfic)

Notas: Olá, meninas! Como havia prometido, postei aqui o capítulo seguinte de The Way You Look Tonight. Agradeço a força de vocês e quem tiver conta no Nyah e puder dar uma força lá também favoritando, a fic tá postada nesse link aqui: The Way You Look Tonight (Link no Nyah)


Capítulo 4: All of the stars are fading away

“Get up, come on! Why you scared?
You'll never change what's been and gone.”
(Oasis, Stop Crying Your Heart Out)

Marina’s POV:

Eu estava começando a me preocupar com Clara. Cadu não era um homem que eu consideraria muito maduro e um possível encontro dos dois na escola de Ivan me deixava realmente temerosa. Quando maçaneta da porta virou, parei tudo o que estava fazendo, deixei o notebook de lado para receber ela e o Ivan, quando fui surpreendida por um homem furioso invadindo minha casa.  Sem pedir licença, Cadu avançou.

- Cadu ...onde você pensa que...

 Ele marchava em minha direção. Vanessa veio logo atrás correndo. Pela primeira vez ela parecia mais preocupada do que me alfinetar.

- Eu tentei impedi-lo dizendo que Clara não estava aqui! – Ela disse ofegante ao chegar no estúdio, me pegando de surpresa com esta afirmação.

- Eu não acredito. Não acredito nela, não acredito em você! Eu quero minha mulher, mas mais do que isso....EU QUERO MEU FILHO! MEU FILHO! VOCÊ NÃO VAI ROUBÁ-LO DE MIM, COMO FEZ COM CLARA!

- Cadu, senta...por favor, eu não roubei ninguém. Você precisa pensar no seu coração...se não, não será  nem capaz nem de acompanhar o crescimento do seu filho.

- É isso que você quer no fundo, não é sua vadia? – Ele me insultou. Tentei respirar fundo, manter a cabeça no lugar, mas era realmente muito difícil com todas aquelas acusações. Vanessa não se atreveu a se meter, estava atrás, apenas observando, assim como as demais meninas do estúdio.  – Você quer que eu morra, assim poderá ter toda a minha família! Mas eu não vou facilitar, NÃO VOU...

Ele foi se alterando ainda mais. Tentei mais uma vez pedir.

- Cadu, por favor...

- Sua vaca, vadia....arruinou a família mais linda que existia!

- CADU, CALA A BOCA! – Gritei, mas antes que eu pudesse dizer qualquer outra coisa, fui atingida por um tapa estalado no rosto. O encarei incrédula, mas agradecida por Clara não ter visto isso. Ela não merecia. Levei a mão ao meu rosto, respirando fundo. – Eu vou pedir apenas uma vez para...

A campainha tocou, e no instante em que Vanessa abriu a porta, eu soube quem havia chegado.

- O barraco está completo! – Disse a ruiva.

- PAAAAAAAAAI! – O garoto gritou, correndo para os braços de Cadu.
Clara me encarou e engoli em seco. Antes que qualquer uma das duas pudesse dizer alguma coisa, Cadu cortou o silencio.

- Eu estou levando meu filho agora deste antro de perversão.

- Não está não. – Clara se colocou na frente dele. – Eu sou a mãe dele!
- E eu sou o pai. E não vou deixar que meu filho tenha esses exemplos por perto durante sua infância. Ele não merece, mas também não tem culpa de ter uma mãe assim. – Cadu disse com intenção de feri-la. Vi lágrimas brotando nos olhos de Clara. Senti como se meu coração estivesse sendo esmagado. Eu não poderia suportar vê-la sofrer.

- Cadu, olha o que você fala na frente do seu filho. – Ivan encarava a todos com os olhos arregalados.

- Não se mete, você já se meteu o suficiente...não acha? – Ele gritou.

- Cala a boca, Carlos Eduardo! – Clara berrou, chorando. Corri para o seu lado, abraçando-a. Ela escondeu o rosto em mim e continuou a chorar ainda mais. Tentei protegê-la, abraçá-la forte.

- Você quer que eu assine os papéis, eu assino todos Clara, a essa altura eu quero você longe da minha vida. Mas eu não vou deixar nem você, nem essa mulher chegarem perto do Ivan. Meu filho é a única coisa que você não pode tirar de mim. – Eu podia sentir a vingança que Cadu estava prestes a realizar, era a única forma de atingir Clara. Ela levantou os olhos do meu ombro e viu o ex-marido sair com seu filho e então desmoronou no chão.

Apontei para que Vanessa e Flavia e saíssem do cômodo. Assim que estávamos a sós no estúdio, me abaixei, permanecendo ao seu lado. A puxei para que se aninhasse no meu colo e ficamos em silencio por alguns minutos. Tudo que eu conseguia escutar eram os soluços de Clara, seu choro. E se há algo que eu nunca desejo a ninguém, é ver seu grande amor sofrendo e não poder fazer nada. É como se seu coração estivesse sendo massacrado pouco a pouco.

- Ele levou...levou meu menininho, meu filho...- Ela soluçou mais alto, e continuei a afagar seu cabelo, apertando-a contra mim.

- Me diz,...me diz o que eu posso fazer por você? – Sentia meus olhos também se enchendo de lágrimas.

- Nada...não há nada...- Clara sussurrou e aquelas palavras me mataram.

- Me deixa então cuidar de você? – Encarei seus olhos âmbar, limpando cuidadosamente as lágrimas que escorriam pelo rosto de Clara.

Ela concordou com a cabeça e então me levantei, esticando a mão em sua direção. Assim que Clara estava de pé, seguimos para as escadas. Subimos degrau por degrau com Clara se apoiando em mim.

- Vamos, eu vou levá-la para um banho...amanhã será um novo dia, eu prometo a você! – Sussurrei para ela. Clara não me respondeu. Seguimos para a minha suíte onde havia a banheira. Clara começou a desabotoar a camisa desanimada, parecia derrotada e eu acredito que no fundo realmente estava. Tratei de aquecer a água da banheira para ela e prepará-la com sais de banho. – Você está prestes a adentrar ao melhor banho da sua vida, prometo que você não irá querer outra vida depois desta banheira! – Apontei para a banheira, tentando animá-la, mas havia sido insensível da minha parte, pois isso só pareceu chateá-la ainda mais. – Clarinha...me desculpe...me desculpe...por favor, me deixa cuidar de você! – Voltei a pedir, esticando minha mão a ela. Clara já estava totalmente nua quando, apoiada na mão que eu oferecia, subiu os pequenos degraus que levavam a banheira. Evitei ao máximo de encarar diretamente seu corpo, não acreditava que aquela fosse a hora nem o momento apropriado para aquilo. Clara afundou-se naquelas águas até sumir, enquanto eu sentei na beira da banheira pegando o shampoo. Quando voltou a superfície, voltei a falar. – Posso? – Perguntei, mostrando a embalagem do shampoo. Ela concordou com a cabeça e aproveitei que Clara havia molhado o cabelo quando adentrou a banheira para ensaboar seu cabelo. Massageando levemente os fios escuros e seu couro cabeludo, continuei conversando com ela. – Ele não pode fazer isso, sabia? Você tem tanto direito de estar com Ivan, quanto ele.

- Ele não vai desistir, Marina, eu conheço o Cadu...sei que quando enfia algo na cabeça é pior que...- Mas a interrompi quando dei um beijo em sua bochecha.

Fiz uma careta por conta do sabão e Clara acabou rindo, aquele riso fez acender novamente meu coração. Massageei levemente seus ombros, carregados de tensão em função dos últimos momentos.

- Se ele não desistir, nós também não desistiremos...- Desci a mão acariciando o braço direito de Clara até chegar em sua mão e entrelacei nossos dedos. – Lutaremos até o Ivan estar aqui, com a gente...ao menos até o tempo que ele quiser estar.

Clara sorriu e voltei a ensaboar seu cabelo. Assim que Clara terminou o banho, vestiu um de seus pijamas e a deixei em seu quarto.

- Você quer que eu fique com você até pegar no sono?

Clara negou com a cabeça.

- Não precisa...- Ela segurou minhas duas mãos, levando até seu rosto. Deu um beijo em cada uma. – Você já fez muito...obrigada! – Embora tivesse tomado banho, seus olhos e nariz continuavam inchados por conta do choro, e eu imaginava que eles piorariam durante a noite, por isso havia insistido para ficar com ela.

- Se precisar você promete que me chama? – Perguntei, acariciando com delicadeza o rosto de Clara.

- Eu prometo! – A morena sorriu de canto, mas eu sabia que ela não me incomodaria, mesmo tendo prometido.

Dei um selinho demorado em Clara e nos despedimos desejando boa noite.

- Vou deixar minha porta aberta, se precisar de alguma coisa! – Pisquei e Clara mais uma vez afirmou com a cabeça.

Segui para meu quarto, igualmente tomei um banho demorado na banheira e quando acreditei que meus músculos estavam relaxados o suficiente para a longa noite que teria, deixei a banheira. Quando estava terminando de vestir a camisola de renda, Vanessa surgiu no quarto e me deparei com ela no instante em que saia do banheiro.

- Sabe, eu acho que podemos começar a usar o “bater na porta antes de entrar” nesta casa. – Comentei, enquanto penteava os fios molhados de meu cabelo. Sentei na penteadeira que havia em meu quarto, do espelho, podia ver a ruiva me encarando.

- Haha...- Ela riu, sarcasticamente. – Não a nada ai que eu não tenha visto, queridinha.

- Não é essa questão...só acho que as coisas mudaram.

- Mudaram? Você acha mesmo que mudaram, Marina? Você não era assim tão inocente, o que aconteceu com você? Bom...essa pergunta eu venho me fazendo desde de que você conheceu Clara.

- O que quer dizer com isso? – Indaguei, me virando, encarando a ruiva agora frente a frente.

- Você acha que a Clara vai ficar aqui, que vocês vão brincar de casinha...mas não vê? Cadu quase conseguiu hoje, é só ele pressioná-la mais uma vez e ela irá embora. Ela não vai deixar o filho dela...se não, que tipo de mãe ela seria?

- Ela está deixando o Cadu, não o Ivan! – Defendi Clara.

- Acontece que você não percebeu? Deixar um implica em deixar o outro. Cadu irá acabar com Clara até conseguir tê-la de volta e vai usar o Ivan para isso.

- Sai daqui, Vanessa!

- Fácil negar...- Ela riu.

- Aproveite sua “Clarinha”... – Vanesse falou fazendo “aspas” com a mão. – Porque ela está com os dias contados aqui, vai por mim.

- SAI!

Vanessa saiu, mas isso não fez com que eu me sentisse melhor. Na verdade eu me sentia péssima. Deixei a escova em cima da bancada da penteadeira. Eu sabia que Clara me amava, ela vinha me provando isso todos os dias, mas ela realmente não poderia deixar Ivan. Eu sabia que ela não era capaz de fazer isso, nem gostaria que fosse.  Cadu não podia fazer isso, precisava existir um jeito de reverter esta situação.





“'Cause all of the stars are fading away
Just try not to worry, you'll see them some day
Take what you need and be on your way
And stop crying your heart out”
(Oasis, Stop Crying Your Heart Out)


Clara’s POV:

Estar ali, naquela casa, parecia mais difícil do que eu pensava agora. Mais assustador do que eu imaginava. Eu queria estar com Marina, queria poder me esconder em seu abraço e nunca mais sair dali, mas também não queria que ela e visse chorando, não queria que ela me visse sofrer, porque de alguma forma ou de outra, eu sabia que aquilo a atingia também. Abracei a mim mesma, enquanto estava deitada na cama. Nunca sentira tanto frio, era como se um inverno rigoroso de repente tivesse atingido o Rio de Janeiro.

Sentei na cama depois de algum tempo, desfazendo as malas, retirando uma a uma da minha muda de roupa até chegar nas coisas do Ivan. Segurei uma de suas camisas junto a mim, como se daquela forma pudesse ter meu filho no colo novamente. Fechei os olhos, deitando novamente, relembrando todos os momentos que havíamos passado juntos. Minha gravidez, seus primeiros meses. Ivan sempre fora uma criança de ouro, o tipo de filho que toda mãe pede a Deus. Lembrei-me de seus primeiros passos, a primeira palavra...claro que havia sido “papa”, e o primeiro dia na escola, foi a primeira vez que havíamos nos separado por mais de duas horas. Achei que aquele momento fosse ser insuportável, que eu jamais o largaria. E realmente, quando o busquei enchi de beijos e não o larguei pelo resto do dia. Mas os anos foram se passando e fui me acostumando com aquilo, com o fato de que precisava ir dando liberdade, independência para que quando estivesse preparado pudesse voar. Poucas foram as noites que eu passara longe dele, ainda sim todas foram difíceis, até mesmo as que ele passava na casa da minha irmã ou na casa de minha mãe, porém nenhuma se comparava a esta. Nenhuma fora tão sofrida. Eu o havia deixado ir, eu o havia feito passar por tudo aquilo. Eu não acreditava como Cadu havia sido capaz de deixar seu filho presenciar uma cena daquelas, mas eu sabia que ele estava disposto a qualquer coisa para tirá-lo de mim, isso se não fosse colocar Ivan contra mim. Eu precisava me preparar, precisava estar pronta para ter meu filho novamente.

Levantei-me, repentinamente sentindo fome. Eu mal tocara naquele lanche que havia comido com Ivan, e embora meu estômago estivesse revirado havia também um grande vão, eu sentia que se não comesse algo logo, uma azia iria se iniciar, e era tudo o que eu menos precisava. Coloquei um moletom por cima da blusa do pijama e vesti os chinelos, saindo sorrateiramente do quarto. Eram duas da manhã e eu não gostaria de acordar ninguém. Desci as escadas em silêncio e ao atravessar o cômodo em direção a cozinha, logo busquei alguma fruta que tivesse ali em cima, não queria ter que mexer em geladeira ou armário. Peguei uma maçã e quando estava prestes a lavá-la, um barulho fez com que eu congelasse.

- Ora...ora...- Escutei a voz conhecida que me pegara no flagra. Quando virei, Vanessa estava logo atrás de mim com os braços cruzados e em uma das mãos uma latinha de cerveja, possivelmente vazia.

- Agora não, Vanessa...

- Olha, eu espero que você realmente não a deixe doente, como você deixou seu marido.

- Ex-marido...- A corrigi, engolindo em seco, tinha vontade de voltar para o quarto, sair dali imediatamente. – E eu não...- Mas a ruiva me interrompeu.

- Que seja! Falando no tal, ela te contou do tabefe que ele deu nela? – Vanessa contou a fim de provocar intriga, mas eu não sabia daquilo. Havia me pego completamente de surpresa.

- O que?

- É...minha filha, que cavalo que você casou. Um pouco antes de você chegar,...deu um tabefe na Marina...- Vanessa jogou a latinha no lixo e passou por mim. – Se eu fosse você, e a amasse como você diz amar, eu sairia da vida da Marina antes que a coisa fique feia para o lado dela. Seu marido é um louco...devia ter visto ele hoje.

Eu não havia escutado mais nenhuma provocação de Vanessa. Cadu havia batido em Marina, essa fora a parte que eu congelei, isso era a única coisa que minha mente continuava a ecoar. Se eu estava com raiva por ele ter levado o Ivan, agora eu estava duplamente enraivecida por ele ter tido a covardia de bater em Marina. Que tipo de homem bate em mulher? Não o que eu havia me casado. Desisti da fruta que pretendia comer, deixando-a em cima do balcão, passei por Vanessa rapidamente, subindo as escadas. Entrei com cuidado ao quarto que Marina dormia e havia deixado a porta entreaberta, caso eu precisasse de algo. Eu realmente precisava, precisava pedir desculpas. De longe a vi em sua cama, seu corpo coberto pelo lençol. Ela parecia estar em um sono profundo, uma vez que escutava sua respiração alta, relaxada. Meus olhos estavam cheios de lágrimas novamente, como ele havia sido capaz de feri-la, como?  Não era definitivamente o Cadu que eu conhecia. Aproximei-me pouco a pouco, e a observei dormir. Parecia tranquila com as pálpebras cerradas, dormia com a boca levemente entreaberta e estava abraçada ao lençol que cobria seu corpo. Talvez estivesse com frio, não sei. Sentei na cama cuidadosamente e como ela estava deitada de lado, deitei também, junto as suas costas, protegendo-a com o calor do meu corpo. Minha presença pareceu acordá-la, ela virou o rosto e se surpreendeu ao me encontrar. Sorriu levemente, mas parecia não ter acordado completamente.

- Clarinha...- Marina sussurrou com a voz cheia de sono, mal parecia conseguir me enxergar. Ameaçou a se virar, mas eu a impedi, abraçando-a por trás.

- Shhh...shhh...não, por favor, fica assim... – Mantive meu corpo junto ao dela e então sussurrei em seu ouvido. – Me desculpa...

- Pelo que? – Ela sussurrou, abraçando meus braços que estavam ao redor de seu corpo.

- Por tudo que ele fez com você.

- Você não teve culpa...- Marina respondi.

- Tive sim...eu queria estar aqui...quando...

- Você está aqui agora, Clarinha, isso que importa...- Marina beijou minha mão. E dormimos assim durante a noite restava, uma confortando a outra.







4 comentários:


  1. Essa é a fanfic mais real que li. As outras as "autoras" viajam na maionese demais... tem até menage hahaha, aff.
    Continue assim.

    Qual a previsão para os proximos capítulos? :)

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    1. Heeey! Eu ameeei ler isso, porque tento fazer o mais real possível da história, ao menos no meu ponto de vista, tento fazer como se pudesse ser um real caminho mesmo na novela . Fico feliz que você tenha essa mesma impressão, com certeza é o maior reconhecimento que eu poder receber *_*. Hoje mesmo postarei um capítulo novo (posto um ou dois por semana, depende da semana rsrs), espero que goste e continue acompanhando! Muito obrigada, beijinhos

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  2. Esse amor é muito louco dessas duas
    ..clara bastou saber q marina foi machucada pra se acalmar em relação ao Ivan.... Que lindo..sabemos que um filho é tudo ....porem uma vida sem um amor sem alguem.do seu lado sera uma vida vazi e frustrada no futuro ....pois os filhos crescem e tomam ru.o muitas vezes até somem dos pais pra outra cidade outro paus...enfim a vida deve ser vivif em toda sua plenitude;não deve ser desperdiça porque temos filhos e sim devemis sin saber doza-la em seus tropeços e imprevistos impostos pelo destino que nos é apresentado!

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    1. Heey! Tudo bom? Seja muito bem vinda ao blog, eu adorava Marina e Clara, eram um casal incrível e é ótimo saber que tem novas leitoras por aqui! Muitoooo obrigada pelo comentário *_*

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